Geral
13 de setembro de 2017
Para ele, a profissão de Corretor ainda vai ser muito útil, “pelo menos no Brasil”, completa. Gustavo alerta que o Corretor que vai sobreviver no futuro é o profissional que empreende e está em busca de soluções. “As profissões que vão acabar são as intermediárias que não agregam o valor”, diz ele. Nesse sentido, o diretor o CQCS alerta que o Corretor que reclama e que está preocupado em oferecer um preço menor, não sobreviverá. “Percebo colegas que fazem a transformação usando as redes sociais e o WhatsApp”, relata.
Além disso, Gustavo Doria Filho lembra que o consumidor maduro de hoje vai viver muito mais. A expectativa de vida aumentou. Para ele, é preciso ter foco no positivo. O corretor que vai sobreviver é aquele que vê a seguradora como parceira é que está sempre na busca de novas soluções. “Tenho visto pouca disrupção no seguro. Acho que vem coisa nova por aí”, avalia.
Ele lembra que o CQCS foi convidado para ser parceiro da InsureTech 2017 que acontecerá em Las Vegas, nos Estados Unidos, entre os dias 2 e 4 de outubro. “Ano passado apenas um corretor brasileiro participou desse evento. Esse ano, estamos levando uma comitiva de 20 pessoas, mais da metade Corretor de Seguros”, revelou.
Hoje (13/09) debata este assunto com Gustavo Doria Filho no Facebook do CQCS às 17h00.
13 de setembro de 2017
Gustavo Doria Filho, diretor-executivo do CQCS, reflete no programa da TV CQCS “Pare e Pense” sobre a profissão de Corretor de Seguros. Ele compartilha o fato de ter recebido uma pesquisa apontando que a profissão de Corretor de Seguros acabaria nos próximos dez anos.
Para ele, a profissão de Corretor ainda vai ser muito útil, “pelo menos no Brasil”, completa. Gustavo alerta que o Corretor que vai sobreviver no futuro é o profissional que empreende e está em busca de soluções. “As profissões que vão acabar são as intermediárias que não agregam o valor”, diz ele. Nesse sentido, o diretor o CQCS alerta que o Corretor que reclama e que está preocupado em oferecer um preço menor, não sobreviverá. “Percebo colegas que fazem a transformação usando as redes sociais e o WhatsApp”, relata.
Além disso, Gustavo Doria Filho lembra que o consumidor maduro de hoje vai viver muito mais. A expectativa de vida aumentou. Para ele, é preciso ter foco no positivo. O corretor que vai sobreviver é aquele que vê a seguradora como parceira é que está sempre na busca de novas soluções. “Tenho visto pouca disrupção no seguro. Acho que vem coisa nova por aí”, avalia.
Ele lembra que o CQCS foi convidado para ser parceiro da InsureTech 2017 que acontecerá em Las Vegas, nos Estados Unidos, entre os dias 2 e 4 de outubro. “Ano passado apenas um corretor brasileiro participou desse evento. Esse ano, estamos levando uma comitiva de 20 pessoas, mais da metade Corretor de Seguros”, revelou.
Hoje (13/09) debata este assunto com Gustavo Doria Filho no Facebook do CQCS às 17h00.
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