Geral
23 de março de 2018
Na pesquisa do IBGE o segmento “outros serviços” conseguiu avançar 3,8% em janeiro, comparado a dezembro de 2017, enquanto a área de serviços, como um todo, amargou queda de 1,9%.
Em entrevista para a imprensa, o gerente da Coordenação de Comércio e Serviços do instituto, Rodrigo Lobo, explicou que esse segmento é formado por “corretores de seguros e outras atividades ligadas a serviços financeiros, como operações de cartões de débito e caixas eletrônicos”.
De acordo com a pesquisa, a queda de 1,9% apurada em janeiro foi a maior na área de “serviços” desde março de 2017, quando atingiu a marca de 2,7%.
Em relação a janeiro do ano passado, o volume de serviços caiu 1,3%. No acumulado em 12 meses, houve queda de 2,7%.
Rodrigo Lobo revelou ainda que apesar de setores importantes da economia virem sinalizando sua recuperação, o setor de serviços ainda depende de “algo maior e mais duradouro” para se recuperar. Isso inclui, entre outros fatores, uma recuperação mais consistente da indústria, do consumo das famílias e queda do desemprego. “O setor de serviços é mais lento durante uma recuperação econômica”, acentuou o executivo do IBGE.
23 de março de 2018
Na pesquisa do IBGE o segmento “outros serviços” conseguiu avançar 3,8% em janeiro, comparado a dezembro de 2017, enquanto a área de serviços, como um todo, amargou queda de 1,9%.
Em entrevista para a imprensa, o gerente da Coordenação de Comércio e Serviços do instituto, Rodrigo Lobo, explicou que esse segmento é formado por “corretores de seguros e outras atividades ligadas a serviços financeiros, como operações de cartões de débito e caixas eletrônicos”.
De acordo com a pesquisa, a queda de 1,9% apurada em janeiro foi a maior na área de “serviços” desde março de 2017, quando atingiu a marca de 2,7%.
Em relação a janeiro do ano passado, o volume de serviços caiu 1,3%. No acumulado em 12 meses, houve queda de 2,7%.
Rodrigo Lobo revelou ainda que apesar de setores importantes da economia virem sinalizando sua recuperação, o setor de serviços ainda depende de “algo maior e mais duradouro” para se recuperar. Isso inclui, entre outros fatores, uma recuperação mais consistente da indústria, do consumo das famílias e queda do desemprego. “O setor de serviços é mais lento durante uma recuperação econômica”, acentuou o executivo do IBGE.
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