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Seguradora se manifesta sobre o governo Bolsonaro

Em matéria publicada pelo jornal Valor Econômico a seguradora francesa Coface avaliou o governo do preside ...



7 de fevereiro de 2019

Em matéria publicada pelo jornal Valor Econômico a seguradora francesa Coface avaliou o governo do presidente Jair Bolsonaro e chegou a conclusão de que, apesar de o político ter apresentado um discurso controverso em sua campanha, a economia, após sua eleição está apresentando uma resposta positiva.


A seguradora acredita que a reforma da previdência, que tem a proposta de igualar a idade de aposentadoria de homens e mulheres em 65 anos não tem chance de não ser a proposta final apresentada.


“O próprio presidente Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão já sinalizaram que não acreditam que precisa haver a mesma idade para homens e mulheres”, disse Patricia Krause, economista-chefe da Coface, durante a conferência de riscos da seguradora, que aconteceu em Paris, ao Valor Econômico.


A companhia lançou, durante o evento, uma análise de riscos para os países que está em sua 23ª edição. O documento fornece uma visão sobre a capacidade de pagamento das empresas do país, tendo em vista os contextos macroeconômico, financeiro e político.


Dados do Valor informam que o Brasil permaneceu no risco ‘B’ neste ano, cercado por incertezas econômicas e financeiras, e também por amplas tensões na política. Nestes casos, a probabilidade média de falência de uma empresa é levemente alta.


A Seguradora crê que o Brasil crescerá cerca de 2,5% este ano, ou seja, em um ritmo mais forte do que vinha acontecendo anteriormente, mas “inferior àquele que o Brasil precisa para recuperar a perda provocada pela forte crise recente”, segundo Patricia ao Valor.


Além do mais, a seguradora afirma que o documento ressalta que, apesar da expectativa de inflação na meta, alguma dificuldade na política monetária no país, no segundo semestre, isso se os EUA elevarem a taxa de juro. O site também afirma que os riscos para o país estão na disputa comercial dos Estados Unidos com a China, os maiores destinos de exportações do país.





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