8 de janeiro de 2015
Um levantamento divulgado ontem (7) pela Munich Re aponta que as catástrofes naturais registradas ao longo de 2014 tiveram menos mortes e danos materiais que nas últimas três décadas.
Segundo o documento, publicado anualmente pela resseguradora, as catástrofes ocorridas no período somaram 7.700 mortes, sendo as inundações na Índia e no Paquistão, em setembro, os eventos que registraram mais vítimas (665 pessoas). Porém, o número é inferior ao registrado em 2013, quando a quantidade de óbitos chegou a 21 mil; e se situa no nível de 1984.
Os custos acumulados pelos eventos catastróficos de 2014 atingiram a marca de US$ 110 bilhões, o equivalente a 93 bilhões de euros. O valor é menor do que o registrado em 2013 (US$ 140 bilhões). Dentre os acontecimentos, o mais caro e destrutivo foi o ciclone Hudhud, na Índia (US$ 7 bilhões).
Ainda de acordo com o levantamento, do valor total em danos constatados no período, somente US$ 31 bilhões (26 bilhões de euros) estavam assegurados. A catástrofe natural mais cara (uma tempestade no Japão acompanhada por nevascas) teve um custo para as companhias de seguros de US$ 3,1 bilhões.
Para Torsten Jeworrek, membro da direção da Munich Re, a queda no número de óbitos e danos nestas situações foi reflexo das medidas preventivas adotadas pelas autoridades. No entanto, o executivo alerta que os dados “não permitem criar a ilusão de segurança” e “que não há razão para esperar uma evolução similar em 2015″.
VEJA TAMBÉM
Iniciativa reuniu mulheres para discutir investimentos, formação de patrimônio, previdência e proteção fin ...
Última prova do ano será realizada no dia 29 de novembro, no Complexo Turístico da Ponta Negra, às margens ...
Palestra promovida pela SulAmérica reuniu mulheres na sede do SindsegSC para falar sobre saúde.






