A Mapfre Brasil apresentou lucro de R$ 427 milhões em 2019, um crescimento de 80% em relação a 2018. O desempenho foi impulsionado pela evolução positiva de Seguros Gerais e de Automóvel, que melhorou seu índice combinado em mais de seis pontos percentuais. O ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) evoluiu em mais de quatro pontos, chegando a 9,6.
O volume de prêmios subiu 2%, totalizando R$ 17,5 bilhões, sendo o negócio de Seguros Gerais responsável pelo maior resultado (R$ 7,2 bilhões); seguido pelo de Vida (R$ 6,6 bilhões) e o de Auto (R$ 3,7 bilhões).
Em 2019, a regional brasileira indenizou R$ 3 bilhões a seus segurados. Também realizou mais de 1 milhão de assistências a pessoas, residências e veículos e recebeu 5 milhões de ligações em suas centrais de atendimento.
Para Fernando Pérez-Serrabona, CEO da Mapfre Brasil, o desempenho positivo reflete o foco da companhia na otimização de seus processos, com adoção de mais tecnologia e do aumento de sua eficiência operacional. “Em 2019, evoluímos nos indicadores de satisfação de clientes e distribuidores, assim como no índice de qualidade de nossos serviços. Para melhorarmos ainda mais esses resultados em 2020, além das medidas já implantadas, seguiremos na redução do índice combinado de automóvel e na ampliação das carteiras de Seguros Gerais e de Vida – segmento com maior potencial de crescimento no país”, afirma.
A MAPFRE no Mundo – A receita da Mapfre em 2019 foi de € 28,5 bilhões de euros, 7% a mais do que em 2018, graças ao aumento de 2,2% nos prêmios, que alcançaram € 23 bilhões de euros, e a maiores receitas financeiras. O lucro líquido da companhia ficou em € 609 milhões de euros (aumento de 15%).
O índice combinado da Mapfre é de 97,6%. Este indicador apresentou melhoria no Brasil, Estados Unidos e demais países da América do Norte, graças às medidas adotadas para o crescimento rentável da companhia.
O patrimônio atribuível do grupo no final de 2019 era de € 8,8 bilhões de euros, 10,8% a mais que no ano anterior. O total de ativos cresceu 7,8%, atingindo € 72,5 bilhões de euros.
Os investimentos do grupo aumentaram 8,6% no último ano, atingindo € 53,5 bilhões de euros. O índice Solvência II ao final de setembro de 2019 era de 195%, comparado a 198% em junho.
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