A exemplo do que ocorre no mercado, através da formação de um Conselho para a implementação do Open Insurance, entendo que nós corretores, através das nossas empresas devemos nos organizar para acompanhar as mudanças que estão ocorrendo na distribuição de seguros. E isso é fundamental para nos mantermos presentes neste novo modelo de negócios do setor. O progresso evoca o pesadelo de ser deixado para trás, perder o trem ou cair da janela de um veículo, no caso a Sociedade Iniciadora de Serviço de Seguro - SISS (?); como futura representante do cliente, em rápida aceleração.
Não mais se fala na transformação digital, a que os corretores durante a pandemia rapidamente se adaptaram, mas sim em alcançar uma maturidade digital, capaz de acompanhar estas transformações.
Não nos cabe lutar contra esta revolução, mas partir para uma evolução. Temos a capacidade de melhor entender a dor dos nossos segurados, buscar soluções criativas, participar da engenharia de produtos e sermos protagonistas deste novo mundo do seguro. Temos a técnica, talvez nos falte o tecnológico. Antes que, empresas de tecnologia desempenhem o nosso papel, devemos empoderar o nosso conhecimento tecnologicamente. Não temos mais um direito adquirido, porém adquirimos um valor que dificilmente nos será negado.
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