19 de fevereiro de 2015
Uma pesquisa apontou que os internautas têm desconfiança em comprar seguro online, liderando a enquete com 25% das respostas entre os itens que jamais comprariam pela web. Artigos para animais (19%); calçados INSERT INTO blogpost (id, deleted, ordenamento, created, titulo, texto, modified, destaque, data, ativo, menutipo_id, fonte, linkamigavel) VALUES (17%); roupas (16%) e comida pronta (15%) completam o ranking de rejeição. As justificativas apontadas incluem o fato de não poder experimentar o produto, situação que se também se aplica aos seguros.
Os itens mais comprados em 2014 foram eletrônicos (61%); livros (47%); calçados (44%); roupas (42%) e eletrodomésticos (36%). Mas o levantamento, realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL); em 27 capitais, revelou outras desvantagens da compra online, de modo que 68% citaram não poder levar o produto na hora da compra, reclamaram de não ver nem trocar o produto (37%) e do prazo de entrega demorado (23%). Em contrapartida, a comodidade de comprar sem sair de casa foi a principal vantagem, com 74%, e o preço, na maioria das vezes, mais baixo (50%).
Fatores como frete grátis (23%) e indicação de amigos e familiares (22%) foram considerados importantes na hora da escolha do site de compras. De acordo com o gerente financeiro do SPC Brasil, Flávio Borges, 49% dos consumidores escolhem o online, pois procuram marcas conhecidas. "Os clientes já sabem usar sites de comparação e se pautam pelos índices de reclamação. Com isso, a gente vê que o consumidor já busca elementos para tomar decisões mais informadas", completa.
VEJA TAMBÉM
Iniciativa reuniu mulheres para discutir investimentos, formação de patrimônio, previdência e proteção fin ...
Última prova do ano será realizada no dia 29 de novembro, no Complexo Turístico da Ponta Negra, às margens ...
Palestra promovida pela SulAmérica reuniu mulheres na sede do SindsegSC para falar sobre saúde.






