A Brasilprev, que neste ano de 2023 completa 30 anos de fundação, é líder no segmento de previdência complementar aberta, com mais de R$ 349,3 bilhões em ativos sob gestão e 28,5% de market share. A companhia soma 650 colaboradores em seu quadro de funcionários e conta uma carteira com mais de 2,5 milhões de clientes.
Ângela Assis (foto); que está à frente da Brasilprev desde novembro de 2020, é a primeira mulher a assumir uma empresa de previdência privada no Brasil. Ela, que é funcionária de carreira do Banco do Brasil e está licenciada na instituição, entrou na Brasilprev em 2017 na função de diretora comercial e de marketing.
Como diretora presidente da Brasilprev, Ângela representa a diretoria da companhia perante o Conselho de Administração, apresentando os temas estratégicos para deliberação. Também atua como coordenadora de Comitês Técnicos que promovem discussões sobre temas relevantes ao negócio.
Carreira – A executiva iniciou sua carreira no Banco do Brasil em 1992, atuando até 2004 na rede de agências de Varejo e, também, de Atacado. Na sequência, assumiu a gerência de divisão nas diretorias de Varejo e Cartões e, de 2009 a 2012, foi gerente executiva na Diretoria de Controles Internos. Ainda como gerente executiva, ocupou a Diretoria de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização por 11 meses, antes de ir para a BB Seguridade para ser diretora de Clientes, Comercial e de Produtos, onde estava desde março de 2013. Hoje, enquanto ocupa a presidência da Brasilprev, ela está licenciada do banco.
Feitos da Ângela à frente da Brasilprev
À frende da Brasilprev, a executiva capitaneou diversos projetos com foco na democratização do produto de previdência privada no país.
• Sob sua liderança, a Brasilprev cresceu em patrimônio (em 2020, era de pouco mais de R$ 300 bi; hoje são mais de R$ 349,3 bi) e também em cerca de meio milhão de clientes (hoje, a carteira é de 2,5 milhões de participantes em todo o Brasil; há 2 anos eram em torno de 2 milhões) – e isto em um período que foi crucial para o setor: durante a pandemia de Covid-19 a indústria da previdência teve um papel social extremamente importante, já que muitos clientes fizeram resgates nos planos de previdência que mantinham para garantir o padrão de vida ou saldar dúvidas durante esses quase dois anos de crise sanitária sem precedentes pela qual todos passamos.
• Liderou a revisão do portfólio de clientes dos fundos de renda fixa para multimercado, passando de 13% para 34,8% do valor total migrado entre dezembro de 2020 a março de 2022.
• A executiva deu importantes passos no sentido de tornar a Brasilprev mais digital, com soluções para os clientes, inclusive com a expansão do canal de aquisição dos fundos da empresa, disponíveis por meio de plataformas abertas, graças à parceria com diversas fintechs e bancos digitais.
• Sob a gestão dela, a Brasilprev avançou bastante no que diz respeito ao mindset de inovação, destacando-se como uma das primeiras companhias de seu segmento de atuação a criar duas áreas, uma chamada Digital Experience Lab (DxLab) e outra denominada Superintendência de Dados, estreitando o relacionamento com startups. O objetivo da companhia é ser um ecossistema de previdência, visando à multicanalidade, bem como sair na frente no processo de Open Finance, projetando o que a companhia que ser em 2030.
• Ela ampliou a força de vendas da empresa e estreitou o relacionamento com clientes a partir da consolidação de novos canais digitais, da criação de uma área de Novos Canais para a expansão de parcerias comerciais e da implantação de uma cultura data-driven dentro do negócio, obtendo a liderança de mercado em contratação de novos planos no ano de 2021 e aumentando em 14,83% o número de clientes da companhia entre janeiro de 2020 e março de 2022.
• Estabeleceu uma estratégia de sustentabilidade sólida e definida até 2026 a partir da declaração dos compromissos ASG da empresa e desenvolveu o Projeto de Nova Cultura Brasilprev, que permitiu a criação de um manifesto cultural em construção conjunta com todos os colaboradores para a definição de novos valores corporativos e diferentes iniciativas em prol de melhorias processuais conduzidas por squads multidisciplinares. No ano passado, a empresa, cujo core business e DNA estão intimamente relacionados ao futuro, lançou seus compromissos de sustentabilidade, com metas para serem alcançadas até 2026, e que estão divididos em 05 categorias. Entre esses compromissos:
• A companhia revisará sua Política de Investimentos, principalmente com foco nos aspectos climáticos e em ASG, em capacitar no mínimo 95% dos seus colaboradores em treinamentos de ética e compliance;
• Impactará 188 mil pessoas por meio de programas de educação financeira;
• Compensará 100% de suas emissões de gases de efeito estufa.
• Na área de diversidade, equidade e inclusão, a empresa quer ter ao menos 40% dos cargos de liderança ocupados por mulheres e no mínimo 33% do quadro de colaboradores com pessoas pretas e pardas.
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