Publicidade


Caso de carro danificado pelo sol chama atenção. Segurado teria direito a cobertura?

No dia 3 de janeiro, o portal de notícias UOL divulgou sobre um incidente envolvendo um Honda Civic nos Es ...



5 de janeiro de 2024

caso-de-carro-danificado-pelo-sol-chama-atencao-segurado-teria-direito-a-cobertura

No dia 3 de janeiro, o portal de notícias UOL divulgou sobre um incidente envolvendo um Honda Civic nos Estados Unidos. O veículo teve a capa do retrovisor e outras peças de plástico derretidas devido à exposição prolongada ao sol. O fato ocorreu em uma cidade do estado de Atlanta, e, ao ser acionada, a concessionária responsável pela venda do carro afirmou não se responsabilizar, alegando que esse tipo de dano não é coberto pela garantia. Se o caso fosse no Brasil e o carro tivesse seguro, ele estaria coberto? Diante desse cenário, o CQCS conversou com o Corretor Eduardo Minc, da Minc Corretora, para esclarecer sobre como seria o desfecho se acontecesse em território nacional.


Segundo informações da matéria, a montadora Honda realizou um esclarecimento para o portal “The Drive”, alegando que se trata de um incidente natural e que, embora seja um incidente bem raro, a luz solar refletida pode causar danos ao veículo. No entanto, se o carro possuir algum tipo de seguro, o proprietário pode acionar sua cobertura para ter os devidos reparos.


Analisando a situação, Eduardo Minc esclarece ao CQCS que é um caso bem tranquilo de resolver, desde que o condutor tenha feito as coberturas adicionais, chamadas de acessórios, como vidros, lanternas, faróis e retrovisores. “Normalmente, as seguradoras no Brasil oferecem essa cobertura, a partir de uma franquia menor. O segurado precisa concordar com essa opção e, se aceitar, a seguradora arcará com os custos de substituição, dependendo da avaliação técnica”, explica.


O especialista aborda também casos de “regresso” da seguradora contra a montadora e acentua que, neste caso, como se trata de uma situação simples, seria mais ‘barato’ realizar o conserto do que entrar em um processo desse tipo por conta de uma peça. “Acredito que essa abordagem pode não ter muito sucesso. Em situações normais, reparos e coberturas convencionais são mais comuns. Agora, se o veículo pegasse fogo, provavelmente seria considerado perda total. Então aí, a seguradora indenizaria o segurado, e só então, possivelmente, tentaria um regresso contra à montadora.”


Por fim, ele explica como funciona todo o processo em casos de trocas e reparos. “O processo de reparo é geralmente simples. Após abrir um sinistro na seguradora, esta entrará em contato com uma empresa terceirizada especializada em vidros, como Auto Glass, dependendo da seguradora. O segurado pode precisar tirar uma foto do dano, e a terceirizada verifica se a peça está disponível. Se estiver, a substituição é agendada e a peça é trocada no local. O títular paga a franquia, e o problema está resolvido”, finalizou.



659824cb08506.png
659824cb08506.png
  • 659824cb08506.png
  • 659824cb08506.png



Publicidade


VEJA TAMBÉM


mag-seguros-e-manas-investem-promovem-encontro-sobre-autonomia-financeira-e-mulheres-nos-investimentos
MAG Seguros e Manas Investem promovem encontro sobre autonomia financeira e mulheres nos investimentos

Iniciativa reuniu mulheres para discutir investimentos, formação de patrimônio, previdência e proteção fin ...


circuito-da-longevidade-bradesco-seguros-chega-pela-primeira-vez-a-manaus-e-encerra-temporada-de-2026
Circuito da Longevidade Bradesco Seguros chega pela primeira vez a Manaus e encerra temporada de 2026

Última prova do ano será realizada no dia 29 de novembro, no Complexo Turístico da Ponta Negra, às margens ...


outubro-rosa-sulamerica-promove-encontro-em-blumenau-sobre-autocuidado-e-prevencao
Outubro Rosa: SulAmérica promove encontro em Blumenau sobre autocuidado e prevenção

Palestra promovida pela SulAmérica reuniu mulheres na sede do SindsegSC para falar sobre saúde.









topo