A SulAmérica anunciou novas diretrizes de atenção e cuidado aos pacientes com doença renal crônica, dentre elas, o transplante de rim, que tem modificado a qualidade de vida dos beneficiários. Reconhecido como um dos três transplantes mais realizados pelo plano, as iniciativas da companhia refletem a importância do transplante como parte essencial de um tratamento.
A companhia avançou na missão de cuidar dos pacientes em todas as fases da saúde renal: do diagnóstico até o momento pós-transplante. Durante todo o período, os pacientes contam com acompanhamento multidisciplinar de profissionais de saúde, como nefrologistas, urologistas e vasculares.
A doença renal crônica tem uma das maiores prevalências no Brasil, pois afeta 8,1% em 2017, de acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia. No país, o transplante de rim representa 21% do total de transplantes, ficando atrás apenas do transplante de córnea, segundo o governo federal.
Uma das pessoas que teve a vida salva pelo transplante de rim foi Paloma Alda, beneficiária da SulAmérica, que teve o órgão doado pelo marido após ela ter perdido um bebê. Paloma teve o diagnóstico de doença renal crônica quando estava grávida.
“Eu me senti muito feliz, principalmente pelo doador ter sido meu marido. A atitude dele foi surreal, pois desde o começo de tudo, ele sempre disse que seria meu doador e foi. Senti que tive uma segunda chance de vida e isso não tem explicação, fora todo suporte que tivemos da equipe médica”, contou a receptora.
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