Vida teve faturamento de R$ 5,9 bilhões em junho
Com 35,2% de participação no mercado de seguros brasileiro (+2,3 p.p.) e crescimento de dois dígitos em todos os meses de 2024, Vida teve faturamento de R$ 5,9 bilhões em junho. De acordo com a 44ª edição do Boletim IRB+Mercado, divulgada hoje (04/09) pela plataforma IRB+Inteligência, um dos fatores que contribuíram para a evolução do seguro de vida é a melhora do mercado de trabalho no Brasil, que registrou a criação de 1,3 milhão de vagas formais no primeiro semestre, alcançando 46,8 milhões de empregos com carteira assinada (alta de 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado).
No primeiro semestre do ano, a alta foi de 17,5%, majoritariamente, por causa dos ramos de seguros Vida, Prestamista e Acidentes Pessoais, que somam quase 90% deste grupo. A taxa de sinistralidade teve leve retração de 0,8 p.p., atingindo 29%.
Auto, Danos e Responsabilidades, Individuais contra Danos e mais
No período apurado, o segmento de Automóvel emitiu R$ 4,6 bilhões em prêmios no sexto mês do ano. Houve variação positiva de 0,9%. Apesar dos impactos do desastre natural no Rio Grande do Sul, a sinistralidade foi de 59,9% (+0,2 p.p.).
O ramo de Danos e Responsabilidades encerrou o primeiro semestre com R$ 4,2 bilhões em prêmios e evolução de 11% no acumulado do ano na comparação com o mesmo período do ano passado, com destaque para as coberturas Riscos Nomeados e Operacionais (12,7%) e Petróleo (30,7%). Quanto à sinistralidade, o percentual foi de 47,2% (+6,4 p.p.) devido às enchentes no RS que afetaram, principalmente, as coberturas Riscos Nomeados e Operacionais e Habitacional.
No caso de Individuais contra Danos, o Boletim IRB+Mercado apurou faturamento de R$ 1,4 bilhão em junho, uma alta de 17,8% no semestre na comparação anual, sendo este o segmento de maior variação no período. Respondendo por quase 50% dos R$ 1,2 bilhão a mais no faturamento, o seguro Compreensivo Residencial foi o principal responsável por esse avanço. A sinistralidade ficou em 35,3% (+0,9 p.p.); resultado dos desastres naturais na região Sul.
O seguro Rural faturou R$ 1 bilhão, finalizando o semestre com avanço de 0,4% em meio a crescimentos e retrações vivenciadas ao longo dos primeiros seis meses do ano. O segmento teve sinistralidade em junho de 30,7% (+13,9 p.p.) e 42,9% no semestre (+2,3 p.p.).
Por fim, Crédito e Garantia, em junho, emitiu em prêmios R$ 547 milhões. Apesar das oscilações positivas e negativas enfrentadas no primeiro semestre, o segmento cresceu 10% frente a igual período de 2023. O número é influenciado principalmente pela variação do produto Garantia Segurado – Setor Público (+12,6%) e Garantia Segurado Setor Privado (+70%). A sinistralidade caiu 57,8 p.p. em comparação ao ano passado, chegando a 23%.
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