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Da prevenção à resiliência: como seguradoras ajudam empresas a se preparar para riscos antes dos sinistros

Atuação preventiva, mapeamento de riscos e apoio aos corretores ampliam o papel do seguro na continuidade ...



Geral
18 de setembro de 2026

Por Sura Seguros
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Empresas estão expostas diariamente a diferentes tipos de riscos, desde eventos climáticos extremos e incêndios até interrupções operacionais, roubos de cargas e mudanças provocadas por novas tecnologias. Nesse cenário, o papel das seguradoras passou por uma evolução fundamental: a atuação deixa de ser predominantemente reativa, focada apenas no ressarcimento financeiro após o dano, para se tornar um pilar estratégico de prevenção, gestão de riscos e preparação contínua.

Para a Seguros SURA Brasil, essa abordagem é o alicerce para contribuir com a construção de empresas que conseguem
suportar as adversidades com o mínimo impacto. Kelly Godoi, diretora de Jurídico, Compliance e Controles Internos da companhia, explica que o trabalho começa antes mesmo da contratação da apólice a partir do diagnóstico das
características operacionais de cada cliente.

“Nosso foco é atuar preventivamente, ajudando as empresas a identificar, compreender e administrar seus riscos antes que eles se materializem”, destaca Godoi. “Esse trabalho envolve avaliações técnicas, compartilhamento de tendências, recomendações de melhorias estruturais e treinamentos, reduzindo a probabilidade de perdas e aumentando a capacidade de continuidade do negócio.”

Mapeamento de riscos na prática: do clima à logística de transportes

A aplicação dessa metodologia ganha relevância prática diante da crescente frequência de eventos climáticos severos. Em operações localizadas em regiões suscetíveis a alagamentos, o mapeamento prévio de vulnerabilidades permite adotar medidas corretivas antes da ocorrência de estragos. A SURA apoiou recentemente uma empresa altamente exposta a riscos ambientais revisando seus planos de contingência, recomendando adaptações na infraestrutura física e orientando a proteção de ativos críticos antes do período de chuvas intensas.

O mesmo cuidado aplica-se ao setor industrial, onde a exposição a incêndios pode paralisar linhas de produção inteiras. Nesses ambientes, inspeções técnicas e análises detalhadas dos sistemas de proteção identificam falhas operacionais e apontam oportunidades de melhoria em processos e manutenção preventiva.

Já na logística de transportes, a tecnologia desempenha papel decisivo no combate a acidentes e perdas. A SURA utiliza ferramentas de telemetria para monitorar o comportamento de motoristas em tempo real, identificando fatores como excesso de velocidade e jornadas exaustivas. A estratégia integra treinamentos em simuladores de condução segura para motoristas profissionais; diagnósticos periódicos de dirigibilidade e comitês de gerenciamento de riscos; e mapeamento estatístico e geográfico atualizado das rotas com maior incidência de roubo de cargas. Essa inteligência de dados permite que os gestores corrijam desvios e adotem medidas preventivas antes que um evento gere prejuízos humanos ou financeiros significativos.

O corretor como consultor estratégico e a visão de futuro

Essa virada de chave no mercado fortalece a figura do corretor de seguros. Por ter proximidade com a rotina e a cultura do cliente, o profissional assume uma função genuinamente consultiva. Além disso, a antecipação de riscos tornou-se urgente diante de transformações aceleradas como a transição climática, a automação e novos modelos de negócios, fatores que frequentemente criam exposições não contempladas nos manuais tradicionais.

“Antecipar riscos tornou-se tão importante quanto responder a eles”, conclui Kelly. “Quando o conhecimento técnico, a tecnologia e o acompanhamento contínuo se somam ao seguro, a resiliência deixa de ser construída após a crise. O seguro passa a fazer parte de uma estratégia de proteção ativa, agregando valor sustentável para a seguradora, o corretor e o cliente.”





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