25 de agosto de 2015
Expansão do desemprego afeta desempenho de seguros massificados sobretudo
A taxa de desemprego prossegue em alta. No segundo trimestre do ano, a taxa alcançou seu maior nível na série histórica iniciada em 2012, ao pontuar 8,3%, em consequência do aumento da busca de postos de trabalho por causa da contração da economia e da elevação da inflação. Com este resultado, o trimestre encerrado em junho registrou a população desocupada de 8,4 milhões de pessoas. Isso representou um crescimento de 5,3% na comparação ao trimestre imediatamente anterior.
Na comparação com o mesmo período de 2014, o salto foi ainda maior: 23,5%, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos três meses até maio, a taxa de desemprego alcançara 8,1%. Enquanto no primeiro trimestre do ano, totalizara 7,9%. O aumento da desocupação afeta sobretudo os seguros massificados.
A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, que leva em conta dados apurados apenas em seis regiões metropolitanas do país, revela que taxa de desemprego avançou para 7,5% em julho, maior nível em mais de cinco anos, tendo em vista o aumento de quase 10% da população desocupada.
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