24 de novembro de 2015
Pesquisas mostram que pequenas e médias empresas adotam cada vez mais esta estratégia
As empresas apostam cada vez mais no seguro de Vida em grupo como meio de beneficiar e reter talentos, em especial as pequenas e médias. De acordo com uma pesquisa da consultoria Mercer, realizada com 696 empresas, 94% das corporações já oferecem seguro de Vida. Este resultado está próximo ao apurado pela consultoria Hays, em levantamento com 700 empresas, no qual este tipo de seguro aparece como o segundo principal benefício oferecido (87%).
Ainda de acordo com o estudo, 94,5% dos empregadores consideram os benefícios indiretos uma ferramenta importante para contratar e reter funcionários. “Além de reter talentos, o seguro de vida também pode ajudar a conter certos prejuízos que o empregador pode incorrer no caso de um sinistro por invalidez ou morte. Refiro-me, em especial, aos pequenos e médios empresários, que podem sentir o peso desse tipo de perda”, destaca Fernando Ferrari, diretor responsável pela área de Seguros de Pessoas da Starr, que iniciou suas atividades no Brasil em 2013, é a primeira subsidiária do grupo a receber aprovação para lançar a linha de Vida em Grupo.
Em caso de invalidez do funcionário, parte dos produtos Starr visa não apenas indenizá-lo em dinheiro, mas também na adaptação da residência do beneficiário de acordo com a nova realidade da família. Por exemplo: corrimão no banheiro, suporte para carro para uma eventual cadeira de rodas, alargamento da dimensão das portas, entre outros.
Em época de valorização dos empregados, a companhia também oferece verba de treinamento destinada para os profissionais domésticos de funcionários que ficaram inválidos e necessitam de um cuidador especial.
Dados de uma pesquisa da Sociedade Americana de Designers de Interiores (American Society of Interior Designers) mostram que ter um ambiente de trabalho satisfatório é a terceira maior preocupação dos funcionários (21%); logo depois de benefícios (22%) e bons salários (62%). Para conquistar a fidelização do quadro de colaboradores, boa parte das empresas brasileiras passou a incluir seguro de vida ou de acidentes pessoais aos benefícios ofertados aos funcionários.
Reter talento não é tarefa fácil, conforme pesquisa global da Robert Half realizada com 1.775 diretores de RH de 13 nacionalidades, dos quais 100 brasileiros: a rotatividade de colaboradores no Brasil aumentou em 82% desde 2010, enquanto a média mundial foi de 38%.
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