Geral
25 de janeiro de 2016
Uma mega fraude com falsos roubos de bagagens em viagens de avião irá ser julgada pela justiça portuguesa. Companhias de seguros terão sido lesadas através de crimes de burla e falsificação de documentos investigados pela Polícia Judiciária.
De acordo com o Ministério Público, estão indiciados 28 pessoas por 49 crimes de fraude e 63 de falsificação de documentos, o que deverá ter levado um conjunto de companhias a perderem mais de um milhão de euros.
Conta o Jornal de Notícias que uma mediadora de seguros de Oliveira de Azeméis, alegadamente a líder da rede, terá lesado diversas seguradoras em mais de 160 mil euros.
Com o objetivo de serem indenizados, eles alegavam viajar pela companhia Ryanair e diziam que as suas bagagens tinham sido perdidas. “Apresentavam uma cópia do cartão de embarque, cópia de uma declaração da companhia aérea com a indicação de extravio de bagagem, cópia da carta da Ryanair e a lista de conteúdos da bagagem extraviada e respetivo valor, reclamando a respetiva indenização”, frisa a acusação.
Entre os as pessoas que participaram dos golpes estão uma auxiliar de ação médica, mediadores de seguros, um segurança, uma empresária, enfermeira, técnico de farmácia, chapeiro, entre outros. A arguida L. Reis, uma das responsáveis, que exercia funções num gabinete de mediação de seguros, “tinha conhecimento de todos os procedimentos”, algo fundamental na execução da fraude.
25 de janeiro de 2016
A fraude incluía 28 pessoas de diferentes profissões.
Uma mega fraude com falsos roubos de bagagens em viagens de avião irá ser julgada pela justiça portuguesa. Companhias de seguros terão sido lesadas através de crimes de burla e falsificação de documentos investigados pela Polícia Judiciária.
De acordo com o Ministério Público, estão indiciados 28 pessoas por 49 crimes de fraude e 63 de falsificação de documentos, o que deverá ter levado um conjunto de companhias a perderem mais de um milhão de euros.
Conta o Jornal de Notícias que uma mediadora de seguros de Oliveira de Azeméis, alegadamente a líder da rede, terá lesado diversas seguradoras em mais de 160 mil euros.
Com o objetivo de serem indenizados, eles alegavam viajar pela companhia Ryanair e diziam que as suas bagagens tinham sido perdidas. “Apresentavam uma cópia do cartão de embarque, cópia de uma declaração da companhia aérea com a indicação de extravio de bagagem, cópia da carta da Ryanair e a lista de conteúdos da bagagem extraviada e respetivo valor, reclamando a respetiva indenização”, frisa a acusação.
Entre os as pessoas que participaram dos golpes estão uma auxiliar de ação médica, mediadores de seguros, um segurança, uma empresária, enfermeira, técnico de farmácia, chapeiro, entre outros. A arguida L. Reis, uma das responsáveis, que exercia funções num gabinete de mediação de seguros, “tinha conhecimento de todos os procedimentos”, algo fundamental na execução da fraude.
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