25 de abril de 2016
O seguro é ator indispensável no processo de retomada do crescimento econômico do Brasil, principalmente no que se refere à oferta de garantias para a conclusão de obras públicas. A afirmação foi feita pelo secretário Executivo do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique de Oliveira, ao participar do XXVI Congresso Panamericano de Produtores de Seguros, que a Fenacor e a COPAPROSE promoveram no Rio de Janeiro.
Segundo ele, é preciso melhorar urgentemente o peso desse tipo de seguro como pilar de sustentação das grandes obras de infraestrutura. “O seguro de garantias de obras, nas condições atuais, é muito limitado. Não contribui como gostaríamos”, frisou.
Dyogo Henrique de Oliveira lembrou que, pela legislação vigente, o seguro garantia cobre apenas de 5% a 10% do valor da obra, percentuais insuficientes para atingir o objetivo ao qual se destina. “O Governo quer ampliar essa cobertura. Para tanto, devemos criar facilidades no processo de licitação e ter um seguro mais robusto”, enfatizou.
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