Geral
14 de maio de 2016
Já está na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara o projeto de lei que regulamenta a liquidação de sinistros referentes a contratos de seguros de qualquer natureza.
Segundo a proposta, deverá ser estabelecido prazo de, no máximo, 30 dias, para a liquidação dos sinistros, contados a partir da entrega de todos os documentos, sendo que a solicitação de documentação ou informação complementar não poderá suspender nem interromper esse prazo.
De acordo com a proposta, no momento de contratação dos seguros de qualquer natureza, deverão os segurados ser informados acerca dos procedimentos para liquidação e recebimento da indenização, com especificação dos documentos obrigatórios a serem apresentados para cada tipo de cobertura, facultando-se às seguradoras, no caso de dúvida fundada e justificada, a solicitação de documentos complementares.
A falta de pagamento da indenização no prazo previsto resultará na aplicação de juros de mora a partir da data do inadimplemento, conforme legislação vigente. Segundo o deputado, esse projeto visa a por fim a “uma situação de abuso” a que tem sido submetido o consumidor brasileiro. “São várias as denúncias envolvendo casos em que o segurado encontra dificuldades intransponíveis para fazer valer seus direitos de contratante de um seguro de automóvel”, criticou o autor do projeto.
Ele acrescentou que, por vezes, após a ocorrência de um sinistro, as seguradoras impõem diversos empecilhos procedimentais para o conserto do veículo ou para o pagamento da indenização contratualmente prevista.
Lucio Mosquini apontou com uma das principais “estratégias protelatórias” a exigência de documentação complementar infindável por parte das seguradoras.
De acordo com o deputado, essa estratégia, apesar de danosa ao consumidor, encontra respaldo em circulares expedidas pela Susep, que preveem que, no caso de dúvida fundada e justificável, é facultado à seguradora a solicitação de outros documentos.
“Neste caso, a contagem do prazo será suspensa a partir do momento em que forem solicitados os novos documentos e será reiniciada a contagem do prazo remanescente a partir do dia útil posterior àquele em que forem entregues os respectivos documentos”, observou.
Para ele, trata-se de situação que “não podemos tolerar”. Por esse motivo, o parlamentar entende que é preciso fixar em lei critérios mínimos para os procedimentos de liquidação de sinistros, e, em especial, a extinção da regra de que a solicitação de documentação complementar suspende a contagem do prazo de trinta dias.
14 de maio de 2016
Já está na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara o projeto de lei que regulamenta a liquidação de sinistros referentes a contratos de seguros de qualquer natureza.
Segundo a proposta, deverá ser estabelecido prazo de, no máximo, 30 dias, para a liquidação dos sinistros, contados a partir da entrega de todos os documentos, sendo que a solicitação de documentação ou informação complementar não poderá suspender nem interromper esse prazo.
De acordo com a proposta, no momento de contratação dos seguros de qualquer natureza, deverão os segurados ser informados acerca dos procedimentos para liquidação e recebimento da indenização, com especificação dos documentos obrigatórios a serem apresentados para cada tipo de cobertura, facultando-se às seguradoras, no caso de dúvida fundada e justificada, a solicitação de documentos complementares.
A falta de pagamento da indenização no prazo previsto resultará na aplicação de juros de mora a partir da data do inadimplemento, conforme legislação vigente. Segundo o deputado, esse projeto visa a por fim a “uma situação de abuso” a que tem sido submetido o consumidor brasileiro. “São várias as denúncias envolvendo casos em que o segurado encontra dificuldades intransponíveis para fazer valer seus direitos de contratante de um seguro de automóvel”, criticou o autor do projeto.
Ele acrescentou que, por vezes, após a ocorrência de um sinistro, as seguradoras impõem diversos empecilhos procedimentais para o conserto do veículo ou para o pagamento da indenização contratualmente prevista.
Lucio Mosquini apontou com uma das principais “estratégias protelatórias” a exigência de documentação complementar infindável por parte das seguradoras.
De acordo com o deputado, essa estratégia, apesar de danosa ao consumidor, encontra respaldo em circulares expedidas pela Susep, que preveem que, no caso de dúvida fundada e justificável, é facultado à seguradora a solicitação de outros documentos.
“Neste caso, a contagem do prazo será suspensa a partir do momento em que forem solicitados os novos documentos e será reiniciada a contagem do prazo remanescente a partir do dia útil posterior àquele em que forem entregues os respectivos documentos”, observou.
Para ele, trata-se de situação que “não podemos tolerar”. Por esse motivo, o parlamentar entende que é preciso fixar em lei critérios mínimos para os procedimentos de liquidação de sinistros, e, em especial, a extinção da regra de que a solicitação de documentação complementar suspende a contagem do prazo de trinta dias.
VEJA TAMBÉM
MAG Seguros e Manas Investem promovem encontro sobre autonomia financeira e mulheres nos investimentos
Iniciativa reuniu mulheres para discutir investimentos, formação de patrimônio, previdência e proteção fin ...
Circuito da Longevidade Bradesco Seguros chega pela primeira vez a Manaus e encerra temporada de 2026
Última prova do ano será realizada no dia 29 de novembro, no Complexo Turístico da Ponta Negra, às margens ...
Outubro Rosa: SulAmérica promove encontro em Blumenau sobre autocuidado e prevenção
Palestra promovida pela SulAmérica reuniu mulheres na sede do SindsegSC para falar sobre saúde.






