21 de julho de 2016
Segundo Robert Bittar, a escola cumpre com louvor o papel de protagonista do processo de qualificação
Não existe mercado de seguros desenvolvido sem uma mão de obra adequadamente qualificada. A afirmação foi feita pelo presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, em entrevista exclusiva ao CQCS. Segundo ele, nos seus 45 anos de existência, a escola vem cumprindo com louvor o papel de protagonista desse processo de qualificação, seja de corretores de seguros ou de profissionais de diferentes áreas de atuação, nas seguradoras e nas empresas prestadoras de serviços. “A escola nasceu para formar corretores de seguros, como estabeleceu a Lei 4594 (que regulamenta a corretagem de seguros); atribuição que era do Instituto de Resseguros do Brasil. Depois, ampliou horizontes e hoje responde pela formação e qualificação de toda a mão de obra do mercado”, frisou.
Robert Bittar acrescentou que a atuação da Escola, hoje, vai muito além do ensino presencial, o que a diferencia de outras instituições do gênero internacionais.
Nesse contexto, são intensos os investimentos em outras frentes, como os portais de relacionamento com a sociedade, a exemplo do site Tudo Sobre Seguros (http://www.tudosobreseguros.org.br/portal/pagina.php?l=267) e do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (http://cpes.org/).
Outro destaque é o programa de palestras, realizadas em todo o Brasil. Por ano, são realizados mais 270 eventos. “Isso representa, em média, mais de uma palestra por dia útil”, assinalou o presidente da Escola, citando ainda os investimentos em programas sociais, como o “Amigo do Seguro”, que dá a oportunidade a jovens carentes de ter uma formação básica em seguros e trabalhar em empresas do setor.
Para ele, é fundamental que Escola se reinvente constantemente para acompanhar de perto a evolução natural do mercado. Nesse sentido, em breve haverá novidades importantes na formação profissional. “A tecnologia vai nos ajudar a ganhar capilaridade. Como não faz sentido investir em novas instalações físicas, além das que já temos, vamos disponibilizar o máximo possível de cursos pela ferramenta do ensino a distância, seja para níveis técnicos ou preparatórios de habilitação de corretores de seguros e até na graduação de tecnólogos, a partir de 2017, e do MBA, para o qual buscamos autorização do Ministério da Educação”, concluiu.
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