23 de setembro de 2016
O grupo de trabalho criado pelo Ministério da Saúde para debater o plano de saúde popular, está avaliando a possibilidade de criar regras regionais e uma maior coparticipação dos clientes nos custos.
De acordo com a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Mendes, a ideia é que a operadora não precise garantir serviços caso uma cidade não tenha prestadores. “Há consenso de que esses pontos podem reduzir preços, mas ainda serão avaliados.”
A entidade também propõe ampliar de 30% para até 50% o teto de coparticipação, onde o beneficiário compartilha parte dos gastos utilizados.
Outro ponto que deve entrar na pauta é o da hierarquização do acesso. As empresas defendem que a atenção básica seja priorizada. A comissão é composta por entidades do setor de saúde, de defesa do consumidor e a ANS.
VEJA TAMBÉM
Iniciativa reuniu mulheres para discutir investimentos, formação de patrimônio, previdência e proteção fin ...
Última prova do ano será realizada no dia 29 de novembro, no Complexo Turístico da Ponta Negra, às margens ...
Palestra promovida pela SulAmérica reuniu mulheres na sede do SindsegSC para falar sobre saúde.






