Geral
20 de dezembro de 2016
O Estudo Zurich – Falhas na Proteção de Renda/2016, realizado pela Zurich em parceria com a Universidade de Oxford e que consultou mais de 11 mil pessoas em 11 países, identificou que 67% dos brasileiros preferem que as empresas lhe ofereceram benefícios complementares a salários maiores. Somente 19% prefere salários mais altos em detrimento dos benefícios, entre os mais de mil entrevistados no Brasil.
O estudo aponta ainda que, no mundo todo, a maioria das pessoas (60%) também prefere benefícios a salários maiores. Entre os países pesquisados, o México é o único onde o índice é maior do que o brasileiro: 79%. Apesar desta preferência, somente 13% dos entrevistados nos 11 países disseram já ter recebido algum tipo de oferta de benefícios contra a proteção de renda de seus empregadores.
Ao mesmo tempo, e reforçando a importância dos empresários na conscientização sobre prevenção à perda de renda de seus colaboradores, a oferta de benefícios por empregadores representa a primeira razão para a compra de um seguro complementar: 42% dos brasileiros que têm seguros contra perda de renda devido a morte – e 36% dos que têm produto preventivo a doença ou invalidez –, por exemplo, adquiriram a proteção por intermédio das empresas onde trabalham.
“Os dados demonstram que quanto mais bem informada, mais a sociedade entende a necessidade de se precaver contra a perda de rendimentos. O Estudo também deixa clara a necessidade de um esforço conjunto, incluindo os empregadores, para a redução de riscos e consequências da perda repentina de renda”, afirma Edson Franco, CEO da seguradora no Brasil.
Falhas na Proteção de Renda/2016 é uma análise dos fatores que levam à perda de renda e tem o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre a necessidade de uma prevenção mais efetiva na proteção de bens. Segundo a seguradora, as falhas na proteção de renda são um desafio global muito grande para ser resolvido de forma separada, sendo necessário um esforço compartilhado entre governo, empregadores e indivíduos.
20 de dezembro de 2016
Brasileiros que têm seguros contra perda de renda devido a morte, doença ou invalidez adquiriram a proteção por intermédio das empresas onde trabalham
O Estudo Zurich – Falhas na Proteção de Renda/2016, realizado pela Zurich em parceria com a Universidade de Oxford e que consultou mais de 11 mil pessoas em 11 países, identificou que 67% dos brasileiros preferem que as empresas lhe ofereceram benefícios complementares a salários maiores. Somente 19% prefere salários mais altos em detrimento dos benefícios, entre os mais de mil entrevistados no Brasil.
O estudo aponta ainda que, no mundo todo, a maioria das pessoas (60%) também prefere benefícios a salários maiores. Entre os países pesquisados, o México é o único onde o índice é maior do que o brasileiro: 79%. Apesar desta preferência, somente 13% dos entrevistados nos 11 países disseram já ter recebido algum tipo de oferta de benefícios contra a proteção de renda de seus empregadores.
Ao mesmo tempo, e reforçando a importância dos empresários na conscientização sobre prevenção à perda de renda de seus colaboradores, a oferta de benefícios por empregadores representa a primeira razão para a compra de um seguro complementar: 42% dos brasileiros que têm seguros contra perda de renda devido a morte – e 36% dos que têm produto preventivo a doença ou invalidez –, por exemplo, adquiriram a proteção por intermédio das empresas onde trabalham.
“Os dados demonstram que quanto mais bem informada, mais a sociedade entende a necessidade de se precaver contra a perda de rendimentos. O Estudo também deixa clara a necessidade de um esforço conjunto, incluindo os empregadores, para a redução de riscos e consequências da perda repentina de renda”, afirma Edson Franco, CEO da seguradora no Brasil.
Desafio global
Falhas na Proteção de Renda/2016 é uma análise dos fatores que levam à perda de renda e tem o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre a necessidade de uma prevenção mais efetiva na proteção de bens. Segundo a seguradora, as falhas na proteção de renda são um desafio global muito grande para ser resolvido de forma separada, sendo necessário um esforço compartilhado entre governo, empregadores e indivíduos.
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