Desafios dos Corretores de Seguros são discutidos no CQCS Insurtech & Innovation

24.11.2021 - Fonte: CQCS

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O primeiro dia de palestras realizadas na sala “Armando Vergílio – A Vitória da distribuição” foi marcado pela discussão sobre os desafios da distribuição. Ao longo da tarde, grandes nomes do mercado de seguros falaram sobre fatores que podem interferir no dia-a-dia dos Corretores de Seguros e nos acontecimentos do mercado que podem impactar em sua produção.

A primeira palestra do dia trouxe uma discussão sobre os atuais Desafios na Distribuição de Seguros. O presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, abordou um ítem que tem gerado discussão no mercado, as Sociedades Iniciadoras de Serviços e Seguros (SISS). O executivo explicou que as SISS podem até mesmo chegar em lugares ou em nichos de mercado onde os corretores ainda não chegaram. “Há um projeto de entrada, mas pode ser que essas sociedades passem a conhecer a jornada do cliente, e esse cenário mude”.

Por outro, para enfrentar os novos desafios da distribuição, o CEO da Quiver, Fernando Rodrigues, ponderou que o Corretor possui um forte aliado, que é o relacionamento que ele possui com seus clientes. “Quem detém os relacionamentos é o dono das oportunidades. A tecnologia vem ajudar e não resolver essa jornada de desafios”.

Exaltando a capacidade do Corretor de Seguros de se reinventar e de se mostrar um verdadeiro super herói para seus clientes, a segunda palestra tratou sobre “O Corretor Biônico”. Leonardo de Freitas, Diretor da Organização de Vendas Bradesco Seguros, por sua vez, explicou que o Corretor de Seguros possui um diferencial que poucos profissionais têm. “O corretor também tem superpoder de ser um pilar para inovação ele, cada vez mais, está sendo um excelente agente para todas as seguradoras. O outro superpoder é a visão raio x, o corretor se conectar com momentos de vidas das pessoas”, disse.

Tratando sobre a atuação do Corretor nos meios digitais, a terceira palestra do painel tratou sobre o Corretor no Comando do Digital. Luciano Lima, diretor comercial da SulAmérica, tratou desse tema destacando que o Corretor tem uma incrível capacidade de sobrevivência. “Toda vez que disseram que o Corretor de Seguros iria acabar, ele conseguiu dar um jeito. Estamos falando sobre resiliência, tudo que era projetado para fazer com que o Corretor acabasse fez com que ele ficasse mais forte”.

Finalizando o primeiro dia, representantes do Fórum Mario Petrelli abordaram o Open Insurance na Visão do Corretor de Seguros. O presidente da Fenacor, Armando Vergílio, explicou que há uma lei complementar que estabelece quem são os entes que compõem o mercado brasileiro, não existe outro operador, para se criar um ente novo, é preciso uma lei complementar. “Ou seja, é ilegal e nao pode existir, independe da gente gostar ou não, e eu não sou contra o Open Insurance, só sei que ele foi criado baseado no modelo bancário, e seguro e banco não são as mesmas coisas”, finalizou.

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