Porto Saúde: dos bons resultados à vida própria

12.05.2022 - Fonte: Forbes

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Nova vertical da Porto (ex-Porto Seguro) tem a missão de estreitar a relação com clientes empresariais.

A Porto Saúde é um dos segmentos da Porto que evidenciava bons resultados a cada balanço trimestral e que agora se consolida como uma marca própria. Com crescimento de 28,8% na base de clientes em 2021 – acumulando 31,7% de elevação desde 2019 –, já cuida de 1,2 milhão de vidas e chega com amplas oportunidades de negócios. Além dos planos de saúde, são ofertados também seguros odontológicos e soluções em saúde ocupacional.

“Neste novo momento, com a criação da vertical Porto Saúde, temos um vasto cenário de oportunidades. Queremos estreitar a relação com os clientes empresariais e oferecer a eles as melhores soluções para sermos parceiros não só em saúde, odontologia e saúde ocupacional, mas em negócios”, destaca Sami Foguel, CEO da Porto Saúde. “Estamos construindo uma vertical com foco no cliente empresarial, trazendo toda a nossa cultura e capacidade para superar as expectativas dos nossos clientes e gerar relações de longo prazo.”

Hoje a Porto Saúde atua, basicamente, na cidade de São Paulo, com uma participação menor nas demais regiões do estado, além do Rio de Janeiro. O objetivo agora é ir além. “A maioria dos empresários ainda não nos conhece como alternativa para a saúde. Para mudar esse cenário, passamos a investir fortemente em marketing”, diz Foguel.

Dentro da estratégia de ampliação de seu alcance no mercado, a Porto Saúde é apoiadora oficial do Rock in Rio Brasil 2022, o maior festival de música e entretenimento do mundo. A proposta da empresa é expandir a percepção do público sobre a proteção e o cuidado que a marca oferece. E será que esse plano vai dar certo? Para o executivo, “já está dando”.

“À medida que ganhamos escala e expertise, montamos nosso ambiente tecnológico e nos desafiamos a ter uma sinistralidade de médio prazo menor”, afirma o executivo. “Atingimos um lucro recorde no quarto trimestre de 2021 e nossa sinistralidade voltou a patamares históricos pré-Covid.”

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